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THE MOON AND THE WOLF

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terça-feira, 25 de maio de 2010

A peste negra


Introdução

Meados do século XIV foi uma época marcada por muita dor, sofrimento e mortes na Europa. A Peste Bubônica, que foi apelidada pelo povo de Peste Negra, matou cerca de um terço da população européia. A doença mortal não escolhia vítimas. Reis, príncipes, senhores feudais, artesãos, servos, padres entre outros foram pegos pela peste.

A peste espalha a morte pela Europa

Nos porões dos navios de comércio, que vinham do Oriente, entre os anos de 1346 e 1352, chegavam milhares de ratos. Estes roedores encontraram nas cidades européias um ambiente favorável, pois estas possuíam condições precárias de higiene. O esgoto corria a céu aberto e o lixo acumulava-se nas ruas. Rapidamente a população de ratos aumentou significativamente.

Estes ratos estavam contaminados com a bactéria Pasteurella Pestis. E as pulgas destes roedores transmitiam a bactéria aos homens através da picada. Os ratos também morriam da doença e, quando isto acontecia, as pulgas passavam rapidamente para os humanos para obterem seu alimento, o sangue.

Após adquirir a doença, a pessoa começava a apresentar vários sintomas: primeiro apareciam nas axilas, virilhas e pescoço vários bubos (bolhas) de pus e sangue. Em seguida, vinham os vômitos e febre alta. Era questão de dias para os doentes morrerem, pois não havia cura para a doença e a medicina era pouco desenvolvida. Vale lembrar que, para piorar a situação, a Igreja Católica opunha-se ao desenvolvimento científico e farmacológico. Os poucos que tentavam desenvolver remédios eram perseguidos e condenados à morte, acusados de bruxaria. A doença foi identificada e estudada séculos depois desta epidemia.

Relatos da época mostram que a doença foi tão grave e fez tantas vítimas que faltavam caixões e espaços nos cemitérios para enterrar os mortos. Os mais pobres eram enterrados em valas comuns, apenas enrolados em panos.

O preconceito com a doença era tão grande que os doentes eram, muitas vezes, abandonados, pela própria família, nas florestas ou em locais afastados. A doença foi sendo controlada no final do século XIV, com a adoção de medidas higiênicas nas cidades medievais.

Revoltas Camponesas

Com a morte de boa parte dos servos, muitos senhores feudais aumentaram as obrigações, fazendo os camponeses trabalharem e pagarem impostos pelos que haviam morrido. Como a exploração sobre os servos já era exagerada, em muitos feudos, principalmente na França e Inglaterra), ocorreram revoltas camponesas. Estes, chegaram a invadir e saquear castelos, assassinando os senhores feudais e outros nobres. Os senhores feudais que conseguirarm sobrevirer não ficaram intertes aos movimentos de revolta. Organizaram exércitos fortes e combateram com violência as revoltas. Porém, em muitas regiões da Europa, os camponeses obtiveram conquistas importantes, conseguindo diminuir as obrigações servis.

O cheiro da morte" Ancient 'smell of death' revealed "


Quando os animais morrem, seus cadáveres exalam um cheiro particular; um fedor de morte que, os cientistas descobriram, provoca repulsa em seus parentes vivos. Cadáveres das espécies mais diversas, sejam insetos ou crustáceos, todos produzem o mesmo cheiro ruim, resultado da mistura simples de ácidos graxos. No passado, os vivos aprenderam a reagir ao cheiro afastando-se daqueles que sucumbiram a doenças ou em lugares freqüentados por predadores. Esse sistema de reconhecimento da morte parece remontar 400 milhões de anos.

O cheiro da morte foi desvendado por uma equipe de pesquisadores da McMaster University chefiados pelo professor David Rollo, em Hamilton ─ Canadá. A novidade foi publicada no jornal Evolutionary Biology. Os cientistas depararam-se com o fenômeno estudando baratas. Conta Rollo: Nós estávamos examinando o comportamento coletivo, gregário das baratas.

Quando uma barata encontra um bom abrigo e exala feronômios que atraem outras de sua espécie. Investigando a química envolvida nesse sistema a equipe extraiu sucos corporais de baratas mortas e observaram o efeito da substância sobre as baratas vivas.

Rollo relata: Ficamos espantados quando constatamos que 100% das baratas evitavam, fugiam dos locais tratados com o extrato [de cadáver de barata]. Alguma coisa naquele composto produzia repulsa em todos os insetos vivos. Começamos, então, um extenso trabalho analítico para identificar exatamente o quê produzia a fuga das baratas. Consideramos várias possibilidades: talvez as baratas que primeiro sentiam o cheiro de barata morta emitissem um sinal de alarme para a comunidade. Mas, enfim, percebemos [essa coisa do cheiro] ─ que a barata morta exala um odor característico inconfundível para outras baratas.

Rollo continua o brilhante raciocínio lembrando um velho artigo do famoso sociólogo e ecologista E.O. Wilson: Wilson descobriu que as formigas retiram os cadáveres de seus semelhantes de seus ninhos sepultando-os em locais [que funcionam como] cemitérios. E mais, ele identificou um sinal ativo [de morte: ácido oléico [que é um ácido graxo]. Uma anedota famosa sobre o trabalho de Wilson diz que uma gota de certo ácido graxo sobre uma formiga viva e saudável é suficiente para que as outras a arrastem para o cemitério.

Os pesquisadores meditaram e concluíram que, muito possivelmente, as baratas possuíam um senso olfativo informativo semelhante ao das formigas, capaz de detectar a fragrância da morte; e o odor das baratas mortas também era proveniente de ácidos oléicos e linoléicos. Porém, uma questão intriga os cientistas: milhões de anos separam o surgimento das formigas do surgimento das baratas no mundo. No entanto, os cadáveres de ambas as espécies produzem cheiro de morte com a mesma base bioquímica.

Outra espécie de inseto muito primitivo, a collembola [artrópode semelhante a um pulgão ou percevejo, muito pequeno, entre 3 a 5 mm de comprimento, canibal mas que também se alimenta de tecidos mortos, bactérias, fezes de outros artrópodes. [Em português: colêmbolo]. Esses colembolla também se orientam detectando o odor dos mesmos ácidos graxos para reconhecer pele e outros materiais orgânicos mortos.

Os experimentos, finalmente, revelaram que esse sistema de reconhecimento do semelhante morto é amplamente presente nos seres vivos. Como acontece com o Bicho-de-Conta, o tatuzinho [woodlouse, plural: woodlice], crustáceo terrestre, usa a mesma função biológica para reconhecer seus mortos, estejam os cadáveres esmagados ou intactos. experiências outras realizadas com outras espécies de insetos resultaram na mesma conclusão: os mortos exalam o cheiro da morte e os vivos se afastam quando se deparam com tal cheiro.

Ora, insetos e crustáceos, tal como as baratas e as baratas e as formigas, são historicamente-biologicamente distantes em milhões de anos. Todavia, insetos, crustáceos, baratas, todos parecem derivar de um ancestral comum, aquático. Por extensão, é de se supor que toda a fauna terrestre reconhece o semelhante morto da mesma maneira.

É uma habilidade muito útil e dispensa maiores aproximações para constatar a morte de um semelhante ou mesmo de uma criatura de outra espécie. Professor Rollo conjetura: Considere que você entrou em um local onde há membros recentemente mortos de sua espécie. Mais ainda, suponhamos que tenham morrido de peste bubônica. Reconhecendo e esquivando-se da morte, do cadáver, são significativamente reduzidas as chances de contaminação por uma doença altamente infecciosa. Manter a distância do corpo. em qualquer estágio de sua deterioração, pode poupar alguém de adquirir uma doença grave ou, ainda que vá adiante e se exponha um pouco, pode ser suficiente apenas para ativar o sistema imunológico do indivíduo [em risco].

A pesquisa somente vem a confirmar um fenômeno que o povo mais simplório conhece de longa data. É um aprendizado olfativo consolidado ao longo de incontáveis gerações. O cheiro de morte, o algo aqui não cheira bem, é o cheiro de morto; no caso humano, um odor que nas cerimônias fúnebres combina-se com o cheiro de funeral. A ciência comprova o que qualquer urubu sabe por instinto e experiência pessoal da cultura urubúsica: morto fede. Meditemos...

Conde Vlad "Drácula"


Drácula

Vlad Tsepesh aka Dracula

Vlad Dracula (pronuncía-se Dracúla) ou Vlad O Empalador foi um príncipe vivo e real no qual Bram Stoker baseou o famoso Conde Drácula. Dracula nasceu na Transilvânia em 1431 na cidade de Sighisoara, ou Schassburg. Seu pai, Vlad Dracul (Vlad O Demônio) foi um membro dA Ordem do Dragão, o que significava um pacto de luta eterna contra os turcos. O nome Dracul significa Dragão ou Demônio, e se tornou o símbolo de seu pai porque ele usava o símbolo do dragão em suas moedas. Com a idade de apenas 13 anos, Dracula foi capturado pelos turcos, que o ensinaram a torturar e empalar pessoas. Mas foi sob o seu reinado em Wallachia, de 1456 à 1462 que ele realmente teve a chance de usar de seus conhecimentos. Foi também nessa época que aconteceram a maioria das estórias. Por exemplo:

Um dia Dracula viu um homem com uma camisa suja e maltrapilha. Dracula perguntou se o homem tinha uma esposa, e o homem respondeu que sim. Dracula vê que ela é uma mulher saldável e cheia de fibra, e a chama de preguiçosa, de forma que tem ambas as mão decepadas e seu corpo empalado. Ele procurou uma nova esposa para o homem e mostrou a ela o que acontecera com sua preguiçosa predecessora como uma forma de aviso. A nova mulher definitivamente não era preguiçosa.

O outro nome de Dracula, Tsepesh (ou Tepes), significa empalador. Vlad era chamado assim por causa de sua propensão para o empalamento como uma forma de punição para seus inimigos. Empalamento era uma forma particularmente medonha de execução. A vítima era posta num cavalo e empurrada em direção a estacas polidas e untadas em óleo, de forma a NÃO causar a morte imediata. Esposas infiéis e mulheres promísqüas foram punidas por Dracula, tendo seus órgãos sexuais cortados, a pele arrancada enqüanto vivas e expondo-as em público, com suas peles penduradas próximas à seus corpos.

Drácula apreciava especialmente execução em massa, onde várias vítimas eram empaladas de uma vez, e as estacas içadas. Como as vítimas se mantinham suspensas do chão, o peso de seus corpos fazia com que descessem vagarosamente pela estaca, tendo sua base lisa arrombando seus orgãos internos. Para melhor apreciar o espetáculo, Dracula rotineiramente ordenava um banquete em frente às suas vítimas, e era um prazer para ele entre os lamentáveis sinais e ruídos de suas vítimas morrendo.

O atual castelo de Dracula fica ao norte da Wallachiana cidade de Tirgoviste. Vlad Tsepesh aka Dracula morreu em 1476. Algumas estórias dizem que ele morreu em uma batalha onde ele se disfarçou de turco. Como a vitória estava próxima, ele correu para o alto de um penhasco para ver tudo, mas ele foi confundido com um turco e morto por seus próprios homens. A tumba de Dracula fora aberta em 1931 mas ela estava vazia a não ser por um deteriorado esqueleto, uma coroa de ouro, uma gargantilha com a idéia de uma serpente e fragmentos de um traje em seda vermelha, com um sino costurado nela. Infelizmente todas essas coisas foram roubadas do History Museum of Bucharest (Museu Histórico de Bucharest), onde foram depositadas.

Vampirismo e Cristianismo


A muito tempo atrás, a igreja cristã começou a abrir as asas atratravés da Europa, e os vampiros estavam estabelecidos como mitos. Os vampiros eram criaturas que faziam parte supercição humana desda Grécia Antiga. As raízes dos Vampiros eram naturalmente Pagãs, e a fé estava espalhada pela Europa. A relação estava formada entre os Vampiros e o Deus Ebreu, está formado a ciranda de história ironicas.

Ironia n°1 - O que eles procuram destruir, eles dão vida.

A Igreja Cristã não tinha estabelecido uma estancia para os Vampiros quando ela se separou em 1054. Contudo, a fé das igrejas Catolicas resultaram - na Igreja Católica Romana no oeste europeu e a Igreja Ordotoxica no leste - que podem ser diretamente ligadas ao mito vampírico que continuava à penetrar no leste europeu. Os Catálicos Romanos acreditavam que os corpos dos seus santos não deteriorariam nas sepultura; instantaneamente, eles pernameceriam intaquitos e exalariam um doce odor. Contudo, a Igreja Ordotoxica achou mais difícil, inicialmente porque isso abalaria as raízes Pagãs, e ela via um cadáver que não tinha se deteriorado como um sinal do mau. Por descúidos, ambas as igrejas não tinham formado uma estância para os Vampiros, e os colocaram como parte da fé Pagã, que era naturalmente antiquada e anti-cristã.

O Paganismo, estava longe de ser uma religião organizada, era um pouco mais que uma coleção de conhecimentos populares e mitologias disorganizadas; Ele era possuido por campones ativos que não tinham uma educação formal e por outros dos quais não passam de superstição. Com o passar do tempo, a Igreja Católica Romana cresceu preocupada com a estabilização da mitologia Pagã que poderia conquistar a a fé dos novos católicos, na qual a Igreja estava usuando para tentar se expandir. Como o esperado, ela começou uma invetigação sobre a mitologia vampírica. A igreja, com a inteção de fazer a fé Pagã se espalhar, assim fazendo o fim do Paganismo (que era chamado de witchcraft), e o vampirísmos começou a ser ligado com Satan. E eles fizeram um decreto, do qual falava que corpos reanimados eram como diabos a mando de Satan. Como resultado, esse vampiros fugiriam de coisas divinas, como: crucifísos, aguabenta e da ostia.

A grande ironia desse periodo foi como a Igreja fez para acaber com as mitologias Pagãs, mas foi o próprio decreto deles que consedeu uma validade histórica para os Vampiros. Então os Vampiros influenciaram os filmes e novelas um pouco antes do século 20, que ainda mostravam os Vampiros como criaturas satanicas, feitas e desamparadas quando confrontavam contra coisas do verdadeiro Deus Ebreu.

Ironia n° 2 - essa coisa má, melhor representada por homens santos e seus trabalhos.


Com o andar do tempo, numerosas reportagens e tratamentos foram emitidos pela Igreja Católica. Elas foram feitas por volta de 1600 - 1800 D.C. que foi trabalho de bispos, sacerdotes, monges, etc. Os Vampiros continuaram se espalhando através da Europa, que estava completa de caçadores de bruxas e Vampiros, missas de exumações e vários corpos que eram queimados ou incravado estácas em seus corações como tentativa de livrar seus vilarejos de Vampiros. E isso se tornou uma área de constantes estudos feitos pela Igreja.

The Malleus Maleficarim, publicado pela Igreja em 1486, foi o guia para os descobridores e iradicadores de bruxas. E ele também falava do vampirismo e sua ligação com Satan, que fazia parte das criaturas maléficas. Em miados de 1600, esse tratado começou a ser usado como "Bíblia" dos caçadores de bruxas e Vampiros que cruzavam a Europa. O tratado também incluia um pouco da visão vampírica.

Dom Augustin Calmet (1672-1757) foi um monge da ordem de Benedito. Seu trabalho, Treatise on The Appearance of Spirits and on Vampires (Tratado de aparencia de Espíritos e Vampiros), tentou separar os Vampiros da ligação com as forças satanicas e demoniacas. Eles descreveu que o Vampiros eram simplesmente corpos mortos dos quais ressucitaram, e os proclamaram superstição. Por causa disso ele estava sobre presão de radicais, que o fizeram retirar suas declarações. Seu trabalho ainda estava em circulação em uma Era quando a história estava com muitos caçadores de bruxas e Vampiros, a Idade Média.

Depois da histeria da praga-inigmatica na Idade Média que tinha morrido, importantes pesquisas foram condusidas para dentro da mitologia vampirica. Provavelmente o melhor cronico de historias vampíricas em Eras pasadas foi o lendário Montague Summers. Eles foi decretado bispo da Igreja Anglicana em 1908, mas depois ele deixou a Igreja Anglicana em favor da Igreja Católica Romana. Ele condusiu numerosos estudos para dentro das coisas sobrenaturais. Suas duas melhores obras conhecidas e publicadas foram, The Vampire: His Kith and Kin e The Vampire in Europe são temas de pesquisas sobre vampiros.

Ironia n° 3 - O que eles procuravam destruir, eles deram força; a Besta os habitam

Hoje, o Vampiro esta vivo, não mais do que qualquer tempo no passado. Góticos vestidos de preto que rodam as ruas e gabares, leitores e videomaniacos ficaram emocionados com a pesença de uma Besta com caninos "sobrenaturais". A Besta os habitam, e virá a tona por muitos e muitos anos. Os nomes dessas pesquisas Cristãs são dedicadas para fans de Vampiros como Dracula, Lestat, e outros.

domingo, 23 de maio de 2010

Tv Moon Wolf

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Nosferatu


Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens (NosferatuBR ou Nosferatu, uma sinfonia de horroresPT) é um clássico do cinema mudo de F. W. Murnau (1922), baseado no célebre romance Drácula de Bram Stoker, embora com nomes de personagens e lugares alterados, pois os herdeiros do escritor não concederam a Murnau autorização para realizar este filme.

Processado por violação de direitos autorais, a justiça ordenou que se destruíssem as cópias do filme Nosferatu, mas algumas delas, entre as muitas que já haviam sido distribuídas um pouco por toda a parte, permaneceram guardadas até a morte da viúva de Bram Stoker. Hoje o filme pertence ao domínio público, tendo tido uma versão atualizada de Werner Herzog chamada Nosferatu: Phantom der Nacht e, como alter-ego bem português da equelética personagem. o de João César Monteiro (Recordações da Casa Amarela).

Sinopse

Em 1838, Hutter, agente imobiliário que mora em Wisborg (referência a cidade atual de Wismar), atravessa os Montes Cárpatos para vender uma casa em sua vizinhança ao proprietário de um castelo no Mar Báltico, o excêntrico conde Graf Orlock. Orlock é na verdade um milenar vampiro que, buscando por mais sangue, quer se mudar para a Alemanha. Ao chegar na propriedade que comprou, ele traz consigo grande terror e os habitantes acham que estão sendo vítimas da peste. A única que pode salvar as pessoas dos ataques do vampiro é Ellen, a esposa de Hutter, visto Orlock se sentir atraído por ela.